quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Portela e Carnaval

Meu sobrenome é Portela... é... assim mesmo. Que nem a escola de samba!


Gres? Quem é essa tal de Gres? 


Você já parou para analisar a tristeza que é ter um sobrenome desse no mês de fevereiro (mesmo porque a Portela não ganha nada há séculos)? 


As pessoas REALMENTE se acham super criativas com as piadinhas do tipo "já viu a mangueira entrar?" ou "Portela, DÉÉÉZ!!!"... isso quando não dão uma nota ruim...


E não são só as piadinhas que retornam todo ano. Esse mimimi também... mas  um dia conheci o Denis. 


E contei essa ladainha pela milésima vez... e ouvi "E chamar Denis? Você acha que é facil? Até a terceira série é o Denis-Tênis. Depois é o Denis-P*nis. E uma vez fui a casa de um amigo e a mãe dele mandou: Você chama Denis? Que legal. Igual o Denis Carvalho da TV! Pronto. Virei o P*nis-C*r*lho."


Oi?
E desde então, eu vejo a mangueira entrar toda feliz todo carnaval! Mas a quarta-feira de cinzas ainda é a parte preferida do feriado!




P.S: Senhor Blogger. Apesar dos palavrões, por favor, não me coloque como blog com conteúdo impróprio. Prometo que sou uma menina de família. E meninas de família vão para a cama as 10, para chegar em casa à meia-noite. Tá, parei. 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

"Parabéns pra você" pra mim!

Então, depois de tantas dúvidas se comemorava ou não, meu aniversário de 30 anos chegou!!! Caladinho e sem alarde... quantas vezes me imaginei neste momento... idealizando como seria minha vida hoje.


E a cada novo ano essa perspectiva mudava... aos 6 eu pensava que aos 30 eu seria só muito velha, gagá.


Aos 15 eu achava que seria casada e cheia de filhos.


Aos 23 eu me imaginava como profissional de sucesso, capa da revista Cláudia, cheia da grana e da independência no meu emprego perfeito.


Um pouco de cada uma delas se realizou (cadê a grana?)... e posso dizer que sou feliz e que venho realizando parte dos meus sonhos.


O engraçado é que na prática, NADA muda. Mas na cabeça, fazer 30 anos é um marco. É se sentir diferente e querer se mostrar diferente pro mundo.


Só espero que melhor.


Parabéns pra mim!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Pérolas do Gugu

Meu cunhado, minha irmã e meu afilhadinho Gugu (com uns 2-3 anos de idade) brincando juntos....


Cunhado: - Gugu, quem é a mulher mais bonita do mundo?? É a mã.... é a mã....


Gugu: ... drinha!


É a mesma cara mesmo.... quem é a mãe, quem é a madrinha?

domingo, 20 de novembro de 2011

Blonde Glam

Olha, costumo dizer que se eu soubesse alguma dica de beleza, eu já teria usado em mim mesma.... Hehehehe... Mas, pela primeira vez na vida criei coragem ($$) e comprei um shampoo e um condicionador profissional pra mim e vim contar a experiência para vocês. 

Sempre achei que não fazia muita diferença isso de shampoo chique e shampoo de supermercado, mas resolvi testar. Pesquisei um bom produto e uma linha adequada pro meu cabelo loiro falso e acabei comprando o Redken Blonde Glam no site do Morangão.



Indico o site que tem preços mais em conta que os outros que olhei e como já te passa o preço em reais, você não precisa ficar sofrendo com a alta ou baixa do dólar até chegar sua fatura do cartão de crédito. E a dica do site é sempre comprar no máximo 50 dólares (o frete é grátis, então pode dividir em vários pedidos numa boa se quiser comprar mais) e sempre pedir para embrulhar para presente, pois assim suas chances de ser taxada são menores. Apesar de que se seu produto for taxado, eles devolvem seu dinheiro, mas é sempre melhor evitar o trabalho, né... =)

Os produtos demoram um pouco para chegar (péssimo para as ansiosas como eu) e eu ainda tive o mini azar de que quando fiz a compra, os Correios entraram em greve logo depois e esperei mais um mês pelo danado, mas tudo bem... sobrevivi!

Nas pesquisas que fiz, as meninas tinham usado o Pure Pearl, que tem o efeito da mixagem que fazemos nos salões (tirando o oxidado das luzes e dando um efeito prata divino). Então fiquei com a expectativa que o shampoo tivesse o pigmento roxo (o responsável por esse efeito), mas ele veio sem... o que considerei uma desvantagem visto o preço da criança (87 dinheiros no shampoo + condicionador).

No primeiro uso achei que após a lavagem o cabelo parecia pesado e fiquei morrendo de medo de ficar assim depois de seco (depois li que ele não costuma ser bom pros cabelos oleosos, como o meu ¬¬). Senti uma pequena diferença no brilho do cabelo e na textura. Na foto antes eu tinha feito prancha no cabelo, na depois ele secou naturalmente quase tão liso quanto com a chapinha! 

Cabelo seco e espizinhado

Agora já tem umas três semanas que estou usando e percebo uma GIGANTE diferença na maciez do meu cabelo!!! Ele está tão macio que não consigo prende-lo mais: nem com tic-tac, nem com elásticos. 

Sinceramente não sei se houve mais diferenças no brilho e nenhuma pessoa comentou se meu cabelo estava mais bonito ou não. Mas pelas fotos tiradas parece que a cor e o brilho mudou bastante, na minha opinião! 


Mais macio e menos amarelado


No final das contas, achei que o meu cabelo melhorou muito, mas ainda acho quase noventa reais por um shampoo e um condicionador um ABUSO! Caro demais! Então, por enquanto, acredito que tenha sido uma experiência única, apesar do produto ser excelente. Tô pensando em comprar uma linha de tratamento para usar mais esporadicamente...

Q 6 acham?

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Chegando minha vez...



... de ter 30 anos.


É normal entrar em crise existencial? Se achar a mais velha do planeta por isso? Paranóia com as rugas? Reparar no rosto das amigas se elas também estão envelhecendo? Ficar relembrando quando fez 20 aninhos e querer ter a cabeça de hoje naquela época? Apesar de toda a histeria, ainda querer comemorar? #beepolar


Acho que quero festa... alguma sugestão?

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Saindo do armário...

Como vocês já sabem, sou veterinária. Daquelas que sempre quis ser veterinária. Desde criancinha. Que sempre foi chamada de Maria Cachorreira, que queria pegar bicho na rua e levar pra casa, mas que nunca fez isso porque a mãe não deixava. E tinha pais que não eram fãs de ter animais, mas vez ou outra cediam para alegrar a caçulinha. E nisso, minha irmã e eu tivemos cachorro, gato, periquito, hamster e até pintinho colorido artificialmente ganhado na porta da escola. Mas, para minha tristeza, nunca ficavam conosco muito tempo. Até que chegou a hora de prestar vestibular. Eu tinha decidido aos seis anos de idade o que queria "ser quando crescer" e corri pro meu sonhado curso de veterinária.

Impulsionada pelo sonho de salvar animais. 

Mas, lá chegando me desviei do foco. Acabei indo para área de produção de carnes. No início sofria para ir ao abate, chorava ao ver os animais cumprindo seu triste destino. Mas fui me acostumando. Sempre comi carne. E isso nunca foi um incômodo. Era um hábito. Cultural. E, como veterinária que trabalhava neste meio, acreditava que devia estimular o consumo de carne e não entendia direito os vegetarianos (principalmente se também fosse veterinário). Até os critiquei.

E assim seguia minha vida, até que um dia sofrendo (por motivos alheios ao  consumo de carne) por estar trabalhando na empresa de abate de suínos, uma amiga (Vanda, sua linda! Te amo!) disse que os ambientes, nos quais, se matam animais despertam o pior do ser humano. E  apesar de nada mudar em minha rotina, aquilo me  impressionou. Estava eu me tornando o pior de mim sem perceber? Perdendo minha sensibilidade e amor ao próximo? 
Anos depois, li em um outro blog da minha amiga Karine algo do tipo: é injusto amar uns e matar outros. E novamente me marcou. E comecei a questionar minha relação com os animais. Odiava rodeios, touradas e animais em circos. Morria de dó de cães e gatos de rua, mas comia porcos, vacas e galinhas. Não gostava de ve-los morrendo para se tornar carne, mas já na mesa não me repudiavam. E de tanto trabalhar nisso, parei de enxerga-los como seres vivos. E sim, como simples e literais pedaços de carne! 
Até que recentemente, motivada por um livro, senti a necessidade de tentar abandonar parte desse hábito.

Não como mais carne bovina. 

Pronto! É só dizer que não come carne bovina que as discussões e piadas começam. Reações que eu mesma já tive com outras pessoas. Mas, peraí? Porco, galinha, peixe podem morrer e virar churrasco e vaca, não? Você não virou vegetariana, você virou indiana! Ahh, nem vendo o churrasco quentinho na sua frente, não dá vontade? Pega só um pedacinho! Não é hipócrita comer umas espécies e outras não? Você acha mesmo que é só a carne que você utiliza do animal? E o couro que senta? O chiclete que mastiga? O sabão que lava suas roupas? O rato do esgoto você não tem dó de matar, né? 

Não estou dizendo que estou correta e que todo mundo deveria fazer o mesmo. Ou que isso resolverá todos os problemas do mundo em relação ao animais e a maneira como nos relacionamos e os utilizamos no nosso dia-a-dia ou, muito menos, que sou mais evoluída que você que curte um churrasquinho. Mesmo porque ainda estou profissionalmente ligada a todo esse processo. Mas, senti essa necessidade. E decidi tentar. 

E passei do lado das perguntas para o lado das explicações (incluindo o marido). E o engraçado é que nunca precisei explicar (com argumentos que convençam as pessoas, ainda por cima) porque eu não como chuchu ou acelga. Todo mundo se conforma e me oferece outra coisa. Socialmente, é difícil não querer consumir carne. Como hábito também. Meu desejo maior era conseguir não comer nenhum tipo, mas ainda não consigo. Mal conheço receitas sem carne. Até macarrão eu faço com carne. Estou em um processo de adaptação, de descoberta do que quero com isso e onde quero chegar.

E com isso, por toda essa pressão social, me vi escondida em um armário semi-vegetariano tentando com que as pessoas mais próximas não percebessem que eu estava separando a carne do meio do strogonoff ou recusando aquele irresistível convite de ir a churrascaria. 

Até que me vi contando em tom de confidência a Karine (que entende melhor disso que eu) que não estava mais comendo carne de vaca e percebi o ridículo da situação. Não estou fazendo mal a ninguém. Não quero que você pare de comer carne por mim. Não me importo de te ver comer carne. Nem quero entender os motivos pelos quais você consome carne. Não vou te amar menos por isso. 

Só peço que façam o mesmo por mim.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Oi?

Então que tô procurando casa pra morar... e fiquei passeando em todos os sites de imobiliárias que conheço da cidade... até que dou de cara com isso:


CLICA QUE AUMENTA

E aí? Reparou alguma coisa estranha?

QUEM DIABOS TEM UMA CÂMARA FRIGORÍFICA DE 30 METROS QUADRADOS DENTRO DE CASA?



Só eu achei que é pra esconder os corpos das vítimas?
#medo

Duvidou? Clique aqui e veja você mesmo!